A presença intelectual e política das mulheres negras tem deslocado práticas, reposicionado narrativas e reconfigurado o que a escola brasileira entende por liderança, currículo e pertencimento.
Nem sempre é o silêncio que fere. Às vezes, é o exemplo mal dado, a leitura mal escolhida, a fala distraída — ou o hábito que nunca foi revisto.